Grupo de Jovens Ágape
- Ágape
- devoltaaoprimeiroamor@gmail.com, Uberlândia MG, Brazil
- Para o Grupo de Jovens Ágape aprender a viver uma vida em comunidade à luz dos valores cristãos, constituindo a unidade e comunhão entre o grupo é o nosso maior propósito...afinal somos mais que participantes do mesmo grupo ou simplesmente amigos... o nosso valor principal é fazer parte de uma família...a família Ágape.
sábado, 25 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Pequenino grande homem - São Francisco de Assis
A vida de Francisco, desde o início e cada vez mais depois, com o decorrer do estudo histórico, religioso e teológico, adquiriu significados que ultrapassaram e muito o sentido literal das peripécias do poverello. Desde o começo já se pode perceber uma tensão, em sua vida, entre a humildade e a glória, a simplicidade e a complexidade, a literalidade e a profundidade. Quando o jovem Francisco quis ganhar a glória, Deus o quis humilde e pobre. Já quando ele quis reformar apenas a pequena Igreja de São Damião, Deus o quis reformando toda a Igreja Católica. Nesses dois exemplos emblemáticos, vemos que há um movimento duplo, um humano e um divino. O movimento humano, de Francisco, é um movimento pequeno e limitado. Seus sonhos, mesmo quando grandes e generosos, não chegam aos pés dos sonhos que Deus tinha para o pequenino santo, e, extensivamente, que Ele tem para todos os seus filhos. Mas os dois movimentos não são contraditórios. Francisco, na sua insistência em viver a Palavra e a vontade de Deus ao pé da letra, indicava que o papel humano é de ser simples e humilde diante de Deus, completamente aberto à sua ação. Deus é quem age na vida humana, Ele quem faz sua grandiosa e gloriosa obra.
Mas as mudanças que ocorriam já afetava a Igreja. A riqueza econômica aumentava, e a própria Igreja enriquecia muito na época. Havia então dois problemas que ela precisava resolver: por um lado, a antiga religiosidade centrada nos mosteiros rurais e nas orações dos monges já não respondia à exigência dos fiéis que passavam a viver nas cidades; por outro lado, a riqueza que a Igreja granjeava, ao invés de abrir-lhe novas possibilidades de ação humana, de evangelização e missão, estava dando-lhe, sim, um peso extra, pois ela agora se inchava com suas posses, tornava-se responsável pela administração de bens mundanos que atrapalhavam sua missão espiritual.
Francisco veio justamente responder a essas questões. Em primeiro lugar, na sua proposta radical de uma pobreza absoluta ele revigorou a Igreja com a visão de que seu papel no mundo não é gerir os bens do mundo, mas os bens espirituais do Céu. Como escrevi acima, o significado humano de sua vida vai além do que ele mesmo pretendeu. A Igreja percebeu, desde o início, com a reformulação da regra da Ordem dos Frades Menores (esse é o nome oficial da ordem), que a pobreza franciscana não devia ser tão material quanto de ordem espiritual. A riqueza que Deus dá aos homens, as posses e os poderes do mundo, não devem ser desprezados nem relegados, mas administrados na absoluta entrega da Igreja à missão que Deus lhe confia: evangelizar e transformar o mundo de acordo com os valores humanos e evangélicos. A Igreja deve sim ser pobre, mas no sentido de ser despojada de toda ambição para si mesma. Ela não pode desprezar as possibilidades de ação que o próprio Senhor dá a ela. A riqueza deve ser vista não como um fim, mas com um meio, um instrumento de ação no mundo.
Seu Cântico das Criaturas, nesse sentido, é uma novidade na Igreja, abrindo uma nova visão de humanidade e mundo. Somos todos criaturas de Deus, e a criação inteira é de um frescor, uma beleza e uma bondade que ela recebe todos os dias das mãos benignas e providentes de nosso Deus. Não foi à toa que Francisco foi escolhido, no final do século passado, como o homem mais extraordinário do II milênio. Foi ele que iniciou o movimento do Humanismo, que hoje temos que defender dessa onda de relativismo humano que grassa na nossa Pós-Modernidade. Nós não podemos perder a herança maravilhosa da espiritualidade humanística que nasceu com o Pobrezinho de Assis, um santo tão apaixonado, tão cândido, tão sentimental, tão humano que nos deixou mais visível a face humana de Deus.
Ney César
Grupo Ágape
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
No dia 26 de setembro de 2010 acontecerá o 1º bazar beneficente do grupo Ágape no Bairro Dom Almir. Este bazar faz parte de um projeto de Ação Social do Grupo, o qual contemplará várias atividades em prol dos nossos irmãos mais necessitados.
E você pode nos ajudar nesta missão... COMO?
Vá até o seu guarda-roupas, dê uma remexida em tudo lá...tenho certeza que vc encontrará roupas, calçados, acessórios e brinquedos que você não utiliza mais, mas que poderá ser utilizado por pessoas que precisam da sua doação.
Amigo talvez uma peça parada no seu guarda-roupas não te afeta em nada, mas pode estar fazendo falta para os mais necessitados.
Então fica o convite vá até o seu "closet" e partilhe algo de lá com alguém que esta precisando.
As doações poderão ser entregues aos membros do grupo Ágape como também na Paróquia Nossa Senhora do Caminho, Comunidade São Paulo, Comunidade São José, Secretaria da Paróquia, Restaurante Banana da Terra e Lojas Czaruste.
Aguardamos a sua colaboração!
De volta ao primeiro amor
sábado, 21 de agosto de 2010
Relacionamento - uma visão bem-humorada da vida de um casal

Para que serve uma relação?
Definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?
"Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil".
Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.
Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa,
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas,
Uma relação tem que servir para, às vezes,
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações,
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto,
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico,
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Não há fé sem compromisso
Nos últimos tempos é preocupante o número de pessoas que se dizem católicas e que mudam de religião. Ou daquelas que dizem professar a fé católica e não conhecem quase nada de Nossa Igreja. Católicos-protestantes é uma nova modalidade que infelizmente invadiu nossas comunidades. São aquelas pessoas que por desconhecimento de Nossa Igreja ou por orgulho são desobedientes aos seus ensinamentos e falam mal da Santa Igreja, muitas vezes com acusações falsas ou de meias verdades deturpadas. Isso tudo é reflexo de uma fé superficial, sem raízes, que tem se instalado nos corações de muitos católicos.Antes de tudo é necessário relembrar as palavras de São Tiago que afirma que ”a fé sem obras é morta” (Tg 2, 26). O que seriam essas obras? As obras são nossos atos que mostram que realmente cremos. Quem diz se converter, mas não muda de vida é mentiroso. Fé não é “se sentir tocado” em um momento de oração de ânimos exaltados. Tão pouco é dizer que teve um encontro pessoal com Cristo e não mudar de atitudes. Percebemos que uma pessoa encontrou Cristo de fato quando ela sepulta o homem velho e faz nascer o homem novo (Ver passagem em Rm 6, 1-14). Sepultar o homem velho é deixar morrer em nós o pecado, ou seja, a mentira, a imoralidade, o egoísmo, o orgulho. Deixar nascer o homem novo é se comprometer com a verdade, com a prática da justiça e do bem, é sermos defensores da moral e se comprometer com a cruz de Cristo.
Não há Cristo sem cruz, assim como não há cristão sem cruz. Se não assumirmos a cruz, ou seja, nossos sofrimentos, as dificuldades desse mundo com destemor e alegria, e ver neles algo que nos santifica, não somos dignos de sermos chamados Cristãos. Do mesmo modo, se dissermos Senhor, Senhor e não formos fieis aos mandamentos de Deus (que é resumido no mandamento do amor) e aos ensinamentos da Igreja, não pertencemos à Cristo. Temos que ter a coragem de reconhecer nossas falhas e buscar sempre a santidade. Se quisermos ser cristãos católicos autênticos temos que buscar uma vida de constante oração, frequentar sempre os sacramentos da Eucaristia e Reconciliação, refletir com frequência a Palavra de Deus e, acima de tudo, fazer todo esforço para mudar de vida, deixar os maus hábitos, a prática de ações que geram morte e não vida, para nós e para os outros.
sábado, 7 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010
In tribulatione patientis
