Grupo de Jovens Ágape

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Para o Grupo de Jovens Ágape aprender a viver uma vida em comunidade à luz dos valores cristãos, constituindo a unidade e comunhão entre o grupo é o nosso maior propósito...afinal somos mais que participantes do mesmo grupo ou simplesmente amigos... o nosso valor principal é fazer parte de uma família...a família Ágape.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Semana Santa - Por quê?


A semana mais que importante para nós católicos - a semana santa - , mas Porque Semana Santa?


O termo Santa se refere aos últimos acontecimentos na vida de Jesus Cristo!!!

A Semana Santa inicia-se no Domingo de Ramos e encerra-se na Páscoa, a vitória da luz sobre a escuridão; da vida sobre a morte.


· Domingo de Ramos: é a chegada de Jesus a Jerusalém, diante de um povo que o aclamava e festejava a Sua chegada, a vinda do Messias, do filho de Deus. O saldavam com ramos retirados das árvores, por isso domingo de ramos. Esse mesmo povo que aclamava Jesus domingo, mais tarde pediria a Sua condenação frente à Pôncio Pilatos.

· Segunda, Terça e Quarta: são dias voltados à meditação, a reflexão, quem ainda não se confessou anteriormente são dias para receber este sacramento e receber o perdão do Pai. São dias de preparação para o Tríduo Pascal que se inicia na Quinta – Feira Santa.

· Quinta – Feira Santa: neste dia acontece a Benção dos Santos Óleos (óleo do batismo; óleo do crisma; óleo dos enfermos), os Padres renovam a vocação sacerdotal e a quinta – feira é o dia em que Jesus se reuniu com seus apóstolos e repartiu Seu Corpo e Seu Sangue instituindo a Eucaristia.

“Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim. E, acabada a ceia, tendo o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse, Jesus, sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e que para Deus voltaria. Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhes com a toalha com que estava cingido. Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés? Respondeu Jesus, e disse-lhe: O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois. Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo. Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, lava não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos. Porque bem sabia ele quem o havia de trair; por isso disse: Nem todos estais limpos. Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.“ João 13, 1 – 17

Neste dia Jesus também lavou os pés dos discípulos, e nos ordenou que também devemos lavar os pés uns dos outros. Jesus como em todas as lições que nos deixou Ele nos dá o exemplo, de que devemos ser humildes, abdicar de nós mesmos para ajudarmos os irmãos, pois nós O chamamos de Mestre e de fato Ele é, e se Ele lavou nossos pés, também devemos nós lavar os pés dos nossos irmãos, devemos colocar nossos dons a serviço do próximo, a serviço de Deus, “amando uns aos outros” seguindo o grande mandamento que Cristo nos deixou...

“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.” João 15, 12 – 15


No final da missa do lava pés faz-se a translação do Santíssimo para uma capela (fora da igreja) onde Ele fica em adoração até a Sexta – Feira as 15:00 horas quando é celebrado a Paixão e Morte de nosso Senhor Jesus Cristo. A igreja fica vazia, inclusive de enfeites e com as imagens e quadros cobertos, sinalizam a angústia, a solidão e a entrega total de Jesus, que desemboca em sua morte na cruz.

· Sexta – Feira Santa: dia que é celebrado a morte de Jesus, é um momento de grande reflexão, de jejum e penitência, de silêncio e interiorização, a sexta – feira santa caracteriza-se pela reflexão sobre o amor incondicional de Deus por nós, Cristo é condenado e morto sem ter cometido nenhum erro, Ele é condenado e morre pagando pelos nossos pecados.

· Sábado Santo: no período da manhã é um período de adentrarmos ainda mais neste mistério de Cristo. Neste período quando Jesus ainda estava morto Ele desce a mansão dos mortos para salvar os justos e levá-los a plenitude da vida, abrindo a eles as portas do céu, um lindo céu que Deus nos preparou para vivermos para sempre (Céu, lindo céu...é o lugar que o Senhor preparou...). Jesus assim nos concede a graça da vida eterna, de vivermos em plenitude para sempre.

· Sábado de Aleluia – Vigília Pascal: é o ápice do Tríduo Pascal, é o momento de comemoração da ressurreição de Cristo, é uma missa alegre, alegre pela vitória do Senhor... Uma missa cheia de simbolismo e emoção... No início é aceso o Círio Pascal que simboliza a luz que ilumina a escuridão, a luz de Jesus que conduz o Seu povo, que nos conduz, no Círio Pascal contém as letras gregas A (alfa) e W (omega) que significam que Cristo é o principio e o fim... A missa da Vigília Pascal é realizada em quatro momentos:

1. Celebração da Luz;

2. Liturgia da Palavra;

3. Liturgia Batismal: momento que é abençoado a água batismal, se houver pessoas a serem batizadas o Padre as batiza com essa água, e asperge a assembléia com a água benta e ainda é feito a renovação das promessas do batismo;

4. Liturgia Eucarística.

· Domingo de Páscoa: o dia mais importante para nós, o dia da Ressurreição de Cristo... a igreja da continuidade ao que foi celebrado na Vigília Pascal. As orações e leituras feitas nas celebrações do dia fazem memória do túmulo vazio, da surpresa e da alegria dos apóstolos. A Páscoa da Ressurreição de Jesus é a maior de todas as festas da igreja porque é a festa da Vida... E da vida em plenitude... Jesus Ressuscitou, venceu a morte, para nos dar a vida eterna...

Que possamos, respeitar e viver a cada ano... esta semana tão importante para nós de forma profunda e verdadeira. Que todos sintam o amor que emana de Jesus, isso todos os dias, mas durante a semana santa de uma forma mais forte... Sejamos felizes naqEle que é a FELICIDADE verdadeira. Que Cristo abençoe e derrame o Teu Espírito Santo sobre cada um de nós sempre!

Lucas Cândido e Antônio Cezar

Grupo de Jovens Ágape

De Volta ao Primeiro Amor

Pentecostes - Espírito Santo em ação


Vamos imaginar uma cesta de cheia de balas, quando olhamos para ela o que pensamos? Inúmeras coisas nos vêm à cabeça, mas só sabemos o verdadeiro gosto das balas se as experimentarmos.
Dessa mesma forma só vamos saber o verdadeiro poder do Espírito Santo, quando nós experimentarmos verdadeiramente desse Espírito que Deus nos dá.

Somos como um copo de leite com toddy, quando fica sem misturar o toddy repousa no fundo e o leite tem apenas gosto de leite, e preciso que se misturem os dois, para que o toddy faça efeito, assim acontece conosco é necessário que nós estejamos sempre mexendo o Espírito que está em nós, para que Ele se misture com a gente.

Pentecostes: significa qüinquagésimo, por isso é celebrado sete semanas (50 dias) após a Páscoa. Na última ceia, os apóstolos tinham ficado sem entender algumas palavras de Jesus, mas Jesus promete a eles o Espírito que virá para guiá-los e consolá-los. No dia de Pentecostes o Espírito Santo desce em forma de línguas de fogo e vai em cada um dos apóstolos e sobre Maria que estava presente com os discípulos (por isso Maria é considera mulher – pentecostal) dando a eles inúmeros dons, dentre eles o dom de falar em línguas para que eles pudessem levar a palavra de Deus e os ensinamentos de Jesus a todas as nações.

E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; e de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, e Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, Cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus. E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer? E outros, zombando, diziam: Estão cheios de mosto. Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a sua voz, e disse-lhes: Homens judeus, e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras. Atos dos Apóstolos 2, 1 – 14

Vale destacar: “e todos ficaram cheios do Espírito Santo”, Jesus nos revestes totalmente com o Teu Espírito...

Veio sobre mim à mão do Senhor, e ele me fez sair no Espírito do Senhor, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos. E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos. E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor Deus, tu o sabes. Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis. E porei nervos sobre vós e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o Senhor. Então profetizei como se me deu ordem. E houve um ruído, enquanto eu profetizava; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram cada osso ao seu osso. E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles espírito. E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. E profetizei como ele me deu ordem; então o espírito entrou neles, e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo. Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados. Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel. E sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo meu. E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor. Ezequiel 37, 1 – 14

O Pai faz com que um monte de ossos secos se torne seres humanos, mas estes não tinham vida, até que Deus dá a eles o sopro da vida, dá a eles o Espírito Santo que é vida. E do mesmo modo que o Senhor dá vida a estes ossos através de Teu Espírito, Ele dá a nós também a vida por este mesmo Espírito.

No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Gênesis 1, 1 – 2

Nós recebemos o Espírito Santo e seus dons no sacramento do Batismo e nos tornamos templo deste Espírito, no Crisma quando confirmamos o Batismo nós nos tornamos apóstolos... assim recebemos inúmeros dons, e com esses dons temos a missão de levar o amor do Pai e tudo que Jesus nos ensina todos nossos irmãos.

Nós somos como balões cheios de ar, quando soltos eles voam longe, mas se esse balão tem buracos ele não vai longe, e talvez tem tantos buracos que nem tem como ser cheio. Muitas vezes em nossas vidas estamos cheios destes buracos, que nos impedem de sermos cheios do Espírito de Deus. Temos que ser como Maria, nossa Mãezinha que foi a primeira a ser batizada no Santo Espírito de Deus e teve seus dons da forma mais plena durante toda a sua vida, ninguém foi ou é mais cheio do Espírito do que nossa amada Mãe... e Maria foi batizada porque disse SIM ao Pai, e durante a sua vida buscou e colocou seus dons a serviço do próximo, se fez submissa a tudo que Deus lhe pedia, por isso o Pai a fortaleceu tanto durante a sua caminhada. Assim como Maria nossa Mãezinha vamos dizer, SIM a Deus, vamos tapar os buracos de nos impedem de estamos repletos do Espírito Santo, para que fortalecidos por Ele vivamos nossa caminhada rumo aos céus.


Sthéfani, Vinícius e Antônio Cezar
Grupo de Jovens Ágape
De Volta ao Primeiro Amor

Quaresma - tempo de reflexão


O tempo da Quaresma é um tempo de reflexão das nossas atitudes, da nossa vida. Esse período é reservado para a conversão espiritual, nós católicos devemos nos aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Foram deixadas a nós algumas perguntas para que possamos fazer um exame de consciência:

Como está nossa confissão?

Como está nossa vida com os irmãos?

Como está nosso namoro?

Como está nossa vida com os pais e amigos?

Pensemos!!!

No tempo da Quaresma a principal mensagem para nós é: “Convertei-vos e credes no evangelho”... Jesus nos chama a mudar de vida, se levamos uma vida que não é agradável ao nosso Pai, esse é o tempo para mudarmos de caminho e seguir aquEle que deu a vida por nós. Mas Jesus nos fala:


“Em seguida dirigiu-se a todos: ‘Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga’.” – Lc 9,23


Jesus nos deixa uma condição para segui-Lo, nós temos que renunciar a nós mesmos, renunciar aquilo que nós pensamos que nos traz felicidade, e seguir o caminho da verdadeira e única felicidade que está em Deus. Vamos tomar a nossa cruz, renunciar a nós e ao mundo e seguir a Cristo nosso Senhor. A igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: oração, penitência, caridade.

· Oração: é de fundamental importância em nossas vidas, é através da oração e da reflexão da palavra que nos aproximamos de Deus e nos fortalecemos para caminharmos na direção de Cristo;

· Penitência: através da penitência é que fortalecemos nossa fé, encontrando no Pai a força para abdicarmos de algo que gostamos muito (e muitas vezes achamos que não somos capazes de viver sem) e percebemos que Ele nos dá toda força que precisamos para crescermos. Afinal conseguimos viver sem muitas coisas, só não conseguimos viver sem Cristo.

· Caridade: é assim que colocamos em prática tudo o que Jesus nos ensinou e ensina, porque não existe exemplo maior de caridade do que Cristo...


Vamos seguir esses preceitos deixados por Jesus no evangelho, pois não há nada que Ele nos manda fazer que, Ele mesmo não tenha experimentado. Vivamos sempre o tempo da Quaresma, com o coração aberto, e vamos buscar nos aproximar cada vez mais de Deus e de Seu amor.

Juliana Venâncio e Antônio Cezar

Grupo de Jovens Ágape

De Volta ao Primeiro Amor

Muitos títulos...uma só mãe!


Muitos títulos de Maria se referem aos momentos da sua vida, como por exemplo, o de Nossa Senhora da Conceição, quando nos referimos a Ela que foi concebida Imaculada, pura, enriquecida de privilégios por Deus, em razão da sua maternidade Divina. Maria é chamada pelo nome do lugar onde Ela apareceu. Por exemplo: Nossa Senhora de Lourdes, de Fátima, etc. Outros títulos significam proteção, socorro, consolo e assim por diante. Entretanto, os títulos são muitos, mas uma só é a Virgem Maria. Alguns dos títulos de Maria:


NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, conselho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora.

NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

O ano de 1830 ficou marcado pela manifestação da Imaculada Virgem Maria que, do Céu veio trazer-nos o seu retrato da Medalha bendita, à qual por causa dos seus prodígios e milagres, o povo cristão deu o título de Milagrosa.
Não é a Medalha Milagrosa como muitas que se tem inventado para representar os títulos e invocações de Maria Santíssima, medalhas dignas de respeito e veneração pelo que representam, mas que não tem origem mais do que o gosto do artista que as fabricou, ou o fervor do Santo que as divulgou.
Não assim a Medalha Milagrosa; ela é um rico presente que Maria Imaculada quis oferecer ao mundo no século XIX, como penhor dos seus carinhos e bênçãos maternais, como instrumento de milagres e como meio, de preparação para a definição dogmática de 1854.
Foi na comunidade das Filhas da Caridade, fundada por São Vicente de Paulo, que a Santíssima Virgem escolheu a confidente dos seus desígnios, para recompensar de certo a devoção que o Santo sempre teve à Imaculada Conceição de Nossa Senhora, e que deixou por herança aos seus filhos e filhas espirituais.
"Formou-se então em torno da Virgem, um quadro um pouco oval onde em letras de ouro se liam estas palavras: 'Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós'. Fez-se ouvir então uma voz que me dizia: 'Manda cunhar uma Medalha por este modelo; as pessoas que a trouxerem indulgenciada receberão grandes graças, mormente se a trouxerem ao pescoço; hão de ser abundantes as graças para as pessoas que a trouxerem com confiança' ."

NOSSA SENHORA APARECIDA

Desde o descobrimento do Brasil cultiva-se aqui a devoção de Nossa Senhora. Os portugueses descobridores do país tinham-na aprendido e usado desde a infância; os primeiros missionários recomendavam e propagavam-na. Aonde se fundavam cidades, construíram-se igrejas em honra de Nossa Senhora Aparecida e celebravam-se com grandes solenidades as suas festas. Foi certamente em recompensa desta constante devoção que a Virgem Santíssima quis estabelecer no Brasil um centro de sua devoção, um trono de graças, um santuário em nada inferior aos grandes santuários de outros países.
Data o ano de 1717 a origem da romaria de Nossa Senhora Aparecida. Três pescadores, de nome Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, moradores nas margens do rio Paraíba, no município de Guaratinguetá/SP, estavam um dia pescando em suas canoas, sem conseguir durante longas horas pegar peixe algum. Lançando João Alves mais uma vez a sua rede na altura do Porto de Itaguaçu, retirou das águas o corpo de uma imagem, mas sem cabeça e, lançando mais abaixo de novo a rede, colheu também a cabeça. Envolveu-a em um pano e continuou a pesca. Desde aquele momento foi tão abundante a pescaria, que em poucos lances encheram as canoas e tiveram de suspender o trabalho para não naufragarem.
Não tardou a Virgem Santíssima a mostrar por novos sinais que tinha escolhido essa imagem para distribuir favores especiais aos seus devotos. Diversas vezes as pessoas que à noite faziam diante dela as suas orações, viam luzes de repente apagadas e depois de um pouco reacendidas sem nenhuma intervenção humana. Logo, já não eram somente os pescadores os que vinham rezar diante da imagem, mas também muitas outras pessoas das vizinhanças. Construiu-se dentro em pouco um oratório e após alguns anos, com a intervenção do vigário da paróquia, uma capelinha.

NOSSA SENHORA DA GUIA

Este título teve origem no facto bíblico de que Maria guiou muito Jesus, o Deus encarnado e o Filho de Deus, quando Ele era ainda criança e jovem. Geralmente, a Nossa Senhora da Guia encontra-se sentada, segurando o Menino Jesus nos braços, como que o amparando, encontrando-se ambos coroados. Em algumas representações, a Virgem Maria segura também uma estrela em uma das mãos, simbolizando a Estrela da Guia, que conduziu os Reis Magos até a manjedoura onde encontrava-se o Menino Jesus. Isto pode ainda simbolizar o seu carácter de Guia e a sua capacidade de levar a humanidade a seu filho Jesus.
Sob o aspecto histórico, o título de "Nossa Senhora da Guia" tem sua origem na Igreja Ortodoxa, onde a Virgem Maria é invocada sob o nome “Odigitria”, que significa “Condutora”, “Guia” de Jesus Cristo desde a infância até o início de sua vida pública, conseqüentemente invocada como guia e protetora do povo de Deus e do Homem. Mais, tarde, foi adotada pela Igreja Católica e o seu culto espalhado por diversos locais, onde a Nossa Senhora da Guia passou a ser venerada.

Chrystiane Akegawa e Antônio Cezar
Grupo Ágape
De volta ao primeiro amor

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Pontificado de amor: João Paulo II


TENTATIVA DE ASSASSINATO


Três anos depois de ter sido eleito Papa, ele é vítima de um grave atentado na Praça de São Pedro, no dia 13 de maio de 1981, o turco Ali Agna dispara três tiros contra o sumo pontífice. Internado de urgência na Policlínica Agostini Gemelli, foi submetido a uma delicada cirurgia de cinco horas e vinte minutos, com extirpação de 55 centímetros do intestino. A 20 de junho, 17 dias depois de ter alta, é novamente internado na mesma clínica em Roma para ser tratado de uma infecção de cytomegalovirus, resultante da operação anterior.

Coincidentemente (ou não), os tiros disparados contra o Papa foram feitos no dia 13 de maio. Nesta data, em 1917, Nossa Senhora de Fátima fez sua primeira aparição aos três pastorinhos. O Pontífice sempre afirmou que a Virgem Maria teria desviado as balas e salvo a sua vida neste dia. Um ano depois, a 13 de maio de 1982 e já recuperado João Paulo II visita pela primeira vez o Santuário de Fátima para agradecer a Maria por ter salvo sua vida. O Santo Padre ofereceu uma das balas que o atingiu ao Santuário, essa bala foi posteriormente colocada na coroa de Nossa Senhora de Fátima, onde permanece até hoje.

João Paulo II tempos após ter sofrido este atentado, vai até a prisão onde o terrorista Ali Agna estava preso e condenado a prisão perpétua, onde conversa e perdoa o terrorista pelo que fez.


AIDS – Demonstração de Amor


Naquela época muitos protestavam pelos direitos dos homossexuais e das pessoas com AIDS, a população temia estar arriscando a vida ao tocar em alguém com AIDS. Mas João Paulo II com apenas um gesto derrubou estas barreiras existentes na sociedade. O Papa abraça uma criança que havia contraído AIDS em uma transfusão

O seu legado foi um constante esforço para unir as pessoas. Em 12 de março de 2000, ele proferiu a famosa Mea Culpa, cerimônia para pedir perdão pelos pecados cometidos pela Igreja Católica no passado. João Paulo II chamou o “dia do perdão...” “Nós perdoamos e pedimos perdão” disse ele. Referia-se as cruzadas, a inquisição e a conversão forçada de nativos.

Ele conquistou todos os povos e conseguiu reconciliar a Igreja Católica com os judeus, o que marcou a sua visita a Terra Santa em março de 2000, onde caminhou no Memorial do Holocausto, foi o primeiro Sumo Pontífice a visitar o Muro das Lamentações onde lá deixou uma oração. Foi o primeiro a pregar em uma sinagoga e a promover jornadas ecumênicas e pela paz.


O MENDIGO QUE CONFESSOU AO JOÃO PAULO II


Um sacerdote norte americano da diocese de Nova York se dispunha a rezar em uma das paróquias de Roma quando, ao entrar, encontrou com um mendigo. Depois de observa-lo durante um momento, o sacerdote se deu conta de que conhecia aquele homem. Era um companheiro de seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele e que agora mendigava pelas ruas.

O padre, depois de identificar-se e cumprimenta-lo escutou dos lábios do mendigo como tinha perdido a fé e sua vocação. Ficou profundamente entristecido, no dia seguinte o sacerdote vindo de Nova York tinha a oportunidade de assistir a Missa privada do Santo Padre e poderia cumprimenta-lo no final da celebração, como é de costume. Ao chegar sua vez sentiu impulso de ajoelhar-se frente ao Papa e pedir que rezasse por seu antigo companheiro de seminário, e descreveu brevemente a situação ao Papa.

Um dia depois recebeu um convite do Vaticano para cear com João Paulo II e que levasse consigo o mendigo da paróquia. O sacerdote voltou a paróquia e comentou a seu amigo o desejo do Papa. Uma vez convencido o mendigo, levou-o a sua casa, ofereceu-lhe roupa e a oportunidade de assear-se.

Depois da ceia João Paulo, indicou ao sacerdote que os deixasse a sós, e pediu ao mendigo que escutasse a sua confissão. O homem impressionado, respondeu-lhe que já não era mais sacerdote, o Papa lhe respondeu: “uma vez sacerdote, sacerdote para sempre”. “Mas estou fora das minhas faculdades de presbítero”, insistiu o mendigo. “Eu sou o Bispo de Roma, posso me encarregar disso”, disse o Papa.

O homem escutou a confissão do Santo Padre e pediu-lhe que por sua vez escutasse a sua própria confissão. Depois dela chorou amargamente. Ao final João Paulo II lhe perguntou em que paróquia tinha mendigado, e o designou assistente do pároco da mesma e encarregado da atenção aos mendigos.


MORTE E SEPULTAMENTO


O Papa João Paulo II sofria de mal de Parkinson muito avançado, e já muito debilitado no Domingo de Páscoa o Papa não conseguiu proferir toda a benção ao povo. Às 21 horas e 37 minutos horário de Roma, do dia 2 de Abril de 2005, o mundo parou perante a noticia da morte do Santo Padre mais viajado, mais querido e amado. As exéquias fúnebres decorreram na Praça de São Pedro, pela manhã do dia 7 de abril de 2005.

Monsenhor Jonas Abib (fundador da Comunidade Canção Nova) estava presente na Cerimônia de Sepultamento de João Paulo II e diz:

“Nesta manhã quando vi o caixão do Papa naquela simplicidade, colocado sempre no chão, trazia no meu coração uma comoção muito grande, um sentimento de abandono. Eu pude ver o Evangelho se realizando. Se o grão de trigo não cai no chão, ele não produz fruto. Todo fruto traz em si a semente e, João Paulo II foi maravilhoso para a Igreja. Agora com sua morte, esse fruto tem uma semente, esta semente é colocada na terra e vai se multiplicar”.

“Foi ao som de aplausos e ao toque dos sinos da Basílica de São Pedro que o mundo se despediu de João Paulo II esta manhã, no Vaticano. Na sua homilia, o Cardeal Ratzinger (atual Papa Bento XVI) destacou que o João Paulo ‘está na janela da casa do Pai, vendo-nos e abençoando-nos’. Após a missa exequial, o caixão do Papa foi exposto aos fiéis uma última vez, num momento particularmente emocionante, antes de seguir para a Cripta da Basílica para a sepultura onde foi enterrado juntamente com o Papa João XXIII”.

O aplauso da multidão durou mais de cinco minutos, seguido de um último pedido dos peregrinos: “Santo, Santo, Santo”, pedindo a canonização imediata de João Paulo II. Após a tumulação, foi colocada uma lapide simples, onde está escrito: João Paulo II 1920 – 2005. Milhões de pessoas no Vaticano, em Roma e no mundo despediram-se do Papa, num dos momentos mais emocionantes dos últimos tempos.


Em homenagem ao Papa João Paulo II e a sua grande afeição à juventude vejam o vídeo da música Peregrino do Amor:







Antônio Cezar

Grupo de Jovens Ágape

De Volta ao Primeiro Amor

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Nossa Senhora...nossa mãe!


Nossa Senhora é como uma rosa; que possui diferentes nomes, perfumes e cores; mas não perde sua verdadeira essência, não deixa de ser rosa. Assim é nossa Mãezinha possui vários títulos, mas é a mesma pessoa – Maria!

Maria recebe seus títulos conforme três aspectos. Vamos destacar dois:

 Privilégios: revelam sua pessoa e a sua missão enquanto pura e medianeira.

 Virtudes: conforme sua aparição e virtude apresentada. Ex: Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora do Caminho, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora do Carmo...

Outros títulos de Nossa Senhora são como mulher, mãe e virgem.

 MULHER
Gênesis 3, 15 => “Porei ódio entre ti e a mulher, entre tua geração e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”
“Esta” trata-se da posteridade da mulher. Maria é a nova Eva, que vem para contribuir na obra da salvação sendo co-redentora dos homens. Por Eva o pecado entra no mundo e por Maria nós somos livres do pecado, através do nascimento de Cristo.

João 2, 4 – 5 (Bodas de Caná) => “Respondeu-lhe Jesus: ‘Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. Disse então a sua mãe aos serventes: ‘Fazei o que ele vos disser’”.
Quando Cristo diz “nós” revela um estreita relação entre Ele e a mãe. Maria pede a Jesus, mas Ele afirma que a Sua hora ainda não havia chegado, mas a pedido da mãe Ele antecipa a Sua hora, e então realiza Seu primeiro milagre. Maria também fala ao povo “fazei tudo o que vos disser” nossa Mãe nos instrui a escutarmos o seu Filho e fazer tudo o que Ele nos ensina. O que Jesus é por natureza, Maria é por graça.

João 19, 26 – 27 => “Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o seu discípulo que amava disse à sua mãe: ‘Mulher eis ai o teu filho.’”.
João representa naquele momento toda a Santa Igreja.

João 20, 20 – 23 => “Voltando-se Pedro, viu que o seguia aquele discípulo que Jesus amava (aquele que estivera reclinado sobre o seu peito, durante a ceia e lhe perguntara: ‘Senhor, quem é que há de trair?’). Vendo-o Pedro perguntou a Jesus: ‘Senhor, e este?’ Que será dele?’. Respondeu-lhe Jesus: ‘Que te importa se eu quero que ele fique até que eu venha? Segue-me tu’. Correu por isso o boato entre os irmãos de que aquele discípulo não morreria. Mas Jesus não lhe disse: ‘Não morrerá’, mas : ‘Que te importa se eu quero que ele fique assim até que eu venha?’”.
Esta passagem nos mostra que João representa toda a Igreja que há de viver até a volta de Cristo. E assim como João assumiu Maria como sua mãe e ela assumiu-o como seu filho. Maria também assumiu a maternidade de toda a Igreja de Cristo.

Apocalipse 12, 1 – 18 => representa a vitória da mulher (Maria) sobre o mal.


 MÃE:

Miquéias 5, 2 => “Por isso, (Deus) os deixará, até o tempo em que der à luz aquela que há de dar à luz. Então de seus irmãos voltará para junto dos filhos de Israel”
“Dará a luz”: trata-se do nascimento do Messias. “Voltarás”: trata-se da reunião dos israelitas dispersos.

João 19, 26 – 27 => “Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o seu discípulo que amava disse à sua mãe: ‘Mulher eis ai o teu filho.’ Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí a tua mãe.’. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa.”
Como já foi dito acima, Cristo nos entrega nos braço de Sua mãe. Maria desde então assume a maternidade de todo os seguidores de Jesus (Igreja).


 VIRGEM:

Isaías 7, 14 => “Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará a luz um filho, e o chamará Emanuel (Deus conosco).”

Mateus 1, 23 => “Eis que a virgem conceberá e dará a luz um filho que se chamará Emanuel, que significa Deus conosco.

Muitos títulos de Maria se referem aos momentos da sua vida, como por exemplo, o de Nossa Senhora da Conceição, quando nos referimos a Ela que foi concebida Imaculada, pura, enriquecida de privilégios por Deus, em razão da sua maternidade Divina. Maria é chamada pelo nome do lugar onde Ela apareceu. Por exemplo: Nossa Senhora de Lourdes, de Fátima, Aparecida, etc. Outros títulos significam proteção, socorro, consolo e assim por diante. Entretanto, os títulos são muitos, mas uma só é a Virgem Maria.

Chrystiane Akegawa e Antônio Cezar
Grupo de Jovens Ágape
De volta ao primeiro amor

Vocações...qual é a sua vocação?


Vocação é um chamado do Pai, pela força divinizadora do Espírito Santo. Deus nos chama a nossa vocação através das pessoas, com o tempo Ele vai nos mostrando, não descobrimos nossa vocação de uma hora para outra.

“Em seguida, convocando a multidão juntamente com os seus discípulos, disse-lhes: ‘Se alguém me quer seguir, renuncie-se a ti mesmo, tome a tua cruz e siga-me. ’”. Marcos 8, 34

“Falou-lhes outra vez Jesus ‘Eu sou a luz do mundo, aquele que me segue não andarás em trevas, mas terá a luz da vida’”. João 8, 12


Existem várias passagens que falam do chamado que Cristo faz para cada um de nós...

Ele nos chama a segui-lo, cada um com sua missão e ainda, Ele nos capacita para que sejamos capazes de responder a este chamado. Cada um recebe os dons necessários para cumprirmos a missão, no Batismo recebemos 7 dons do Espírito Santo que nos são dados por Deus para fortalecer nossa caminhada. O Pai nos chama para seguirmos nossa vocação e temos que responder sim a este chamado, como Maria que é o grande exemplo do sim ao chamado de Deus e o perfeito cumprimento de Sua Vocação.

As vocações são divididas em quatro categorias:

Ø Vocações dos Leigos: é a vocação de todo o povo batizado, é a vocação daqueles que ajudam na construção do Reino de Deus, são aqueles que colocam seus dons a serviço do próximo e da Igreja. Ex: membros de pastorais, ministros, grupos de orações, grupos de jovens.

Ø Vocações dos Ordenados: como o nome diz, esta é a vocação das pessoas que vivem o Sacramento da Ordem, Padres e Bispos.

Ø Vocação Missionária: são aquelas pessoas que vivem em missão, pregando a Palavra de Deus e o amor de Jesus a todas a nações e doam a sua vida pelo irmão. Ex: freiras.

Ø Vocação Familiar: é a vocação para o matrimônio, para constituir família.

Profissão: a profissão torna-se uma vocação desde que feita com amor e seja utilizada para servir a Deus e ao próximo, não deve ser vivida apenas para si mesmo.

O Espírito Santo vai manifestando a nossa verdadeira vocação, durante a nossa caminhada. E a verdadeira vocação será aquela que gera amor, felicidade e o bem comum (o próprio bem e o bem do próximo).

“Conhecer – Para Amar – Para Servir” => para amarmos devemos conhecer (nós amamos o que conhecemos, não é?), para depois servir.

Rogério Vieira e Antônio Cezar

Grupo de Jovens Ágape

De volta ao primeiro amor